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Comissão de Ética investiga ministros por caronas em voos da FAB

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Comissão de Ética da presidência investigará seis ministros por acompanhantes desautorizados em voos da Força Aérea Brasileira. Helder Barbalho (Integração Nacional), Sarney Filho (Meio Ambiente), Gilberto Kassab (Comunicações, Maurício Quintela (Transportes), Antônio Imbassahy (Secretaria de Governo) e Dyogo Oliveira (Planejamento) estão sendo investigados por levar familiares e amigos em voos oficiais para eventos públicos e particulares.

Mercosul e União Europeia próximos de um acordo

Os chanceleres do Mercosul estiveram extremamente otimistas durante a reunião da Organização Mundial do Comércio. Revelaram um grande avanço nas negociações de um acordo com a União Europeia que, se tudo correr conforme o esperado, pode estar pronto para o final de 2018.

Rocha Loures vira réu em Brasília

Ex assessor de Michel Temer e ex-deputado Rodrigo Rocha Loures vira réu na Justiça Federal de Brasília e passa responder por corrupção passiva no caso da mala de 500 mil reais.

Miranda: Cabral controlava o esquema

Carlos Miranda, em depoimento na 7ª Vara Criminal Federal do Rio, disse quem quem controlava o esquema de propinas era o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB). Ele seria o gerente, Wilson Carlos responsável pelos contatos empresariais e Fitchner pelo andamento na esfera governamental.

“Tirávamos cerca de R$ 150 mil por mês. Também havia prêmios no fim do ano, como uma espécie de 13º ou 14º salários. Tudo era pago em dinheiro”, completou Miranda.

Questionado, estimou que os valores movimentados pela organização se aproximariam de 500 milhões de reais desde a década de 90. A lava Jato encontrou 300 milhões em contas no exterior.

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Previdência complementar: prazo de migração acaba em julho de 2018


O servidor público que ingressou nos poderes Executivo e Legislativo Federal antes de 07 de maio de 2013, respectivamente, com ou sem direito à integralidade e paridade, tem até o dia 29 de julho de 2018 para decidir se deve ou não migrar para a previdência complementar, que é quando vence o prazo de adesão previsto no art. 92 da Lei 13.328/16. Muitas entidades sindicais já fizeram o dever de casa e produziram estudos – considerando o perfil dos servidores por elas representados – mostrando as vantagens e desvantagens ou os riscos e as oportunidade de eventual migração nesse período. Mas a maioria, por variadas razões, que vão desde questões ideológicas até omissão, ainda não prestou os devidos esclarecimentos aos servidores, para que estes decidam com segurança sobre a conveniência de migrar ou não para a previdência complementar. O servidor que tenha incertezas quanto ao alcance de uma nova reforma da previdência – já que não existe dúvidas que virão mudanças nas regras de concessão de aposentadoria nos regimes próprio e geral – e que não tomar a decisão dentro desse prazo legal, ficará permanentemente vinculado ao regime próprio e, portanto, sujeito às futuras mudanças previdenciárias, inclusive em relação ao tempo que contribuiu sobre a totalidade da remuneração. Um das motivações de quem já migrou foi o fato de que o tempo que contribuiu sobre a totalidade, segundo a lei em vigor, ficaria preservado e seria pago pela União, em forma de benefício especial e em valor proporcional ao tempo que contribuiu sobre a totalidade, constituindo-se em ato jurídico perfeito e, supostamente, protegido pelo direito adquirido. Esse benefício especial, no momento da aposentadoria, se somaria ao teto do regime geral – em valor de maio de 2018 fixado em R$ 5.645,80 – e ao que o servidor viesse a acumular […]

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O mercado prefere Alckmin, mas ‘comprou’ Bolsonaro


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