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Clipping: Último debate em SP pode definir 2° turno

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Ao admitir que o nome do PSDB para a Prefeitura de São Paulo, João Doria, consolidou sua presença no segundo turno, as campanhas de Celso Russomanno (PRB), Marta Suplicy (PMDB) e Fernando Haddad (PT) projetam como o cenário mais provável uma espécie de empate técnico triplo às vésperas da eleição.

Nesse cenário, em que os três concorrentes disputam a segunda vaga na etapa final da disputa, as campanhas centraram suas atenções em três fatores: o último debate de TV entre os candidatos –promovido nesta quinta pela TV Globo, às 22h30, após a novela “Velho Chico”–, a finalização dos programas do horário eleitoral, e a programação de grandes atos nas ruas.

Todas as equipes estão de olho nos 34% de eleitores que admitiram, na última pesquisa Datafolha, não ter firmado convicção total sobre o destino de seu voto. Segundo a pesquisa, entre os eleitores de Russomanno que podem mudar de ideia, 30% cogitam o voto em Doria e 30% em Marta. Entre os de Marta, 28% poderiam migrar para Russomanno, 23% para Doria e 20% para Haddad. (Folha)

Candidatos são alvo de crime e ataques em ao menos 12 estados

José Gomes da Rocha (PTB) fazia uma carreata em Itumbiara, onde disputava a eleição para a prefeitura, quando foi atingido por tiros nesta quarta-feira (28). Ele foi socorrido, mas morreu no hospital. Os disparos também atingiram o vice-governador do estado, José Eliton (PSDB), que participava do ato político. Ele está internado na UTI, e o estado de saúde é regular. O suspeito foi morto por seguranças do governo. A polícia ainda apura a motivação do crime.

A morte do candidato a prefeito de Itumbiara, em Goiás, atingido por tiros durante uma carreata de campanha, é apenas mais um dos crimes cometidos contra políticos do país. (G1)

Texto da PEC do teto será finalizado até terça, promete Meirelles

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, informou hoje que o texto da proposta de emenda constitucional que estabelece um limite aos gastos públicos – a PEC 241 – será fechado até segunda-feira ou terça-feira, data em que o governo pretende encaminhar o relatório para leitura na comissão especial que analisa a matéria.

Após participar de cerimônia de prêmio Estadão Empresas Mais, concedido pelo Estadão, o ministro adiantou que não há muita margem para concessões na PEC, mas revelou que critérios de revisão do mecanismo estão sendo discutidos. Meirelles reforçou ainda a confiança de que a medida, “bem recebida pelos principais líderes partidários”, seja aprovada até o fim do ano. (Estadão)

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