clipping-politica-brasileira

PMDB fecha questão com a previdência, PSDB não

Imprimir

A cúpula do PSDB deveria se encontrar hoje cedo para discutir a posição do partido quanto à Reforma da Previdência, mas não foi bem o que aconteceu. Geraldo Alckmin (SP), futuro presidente da legenda, Tasso Jereissati (CE) que ocupou a presidência interinamente e Ricardo Trípoli (SP), líder da bancada na Câmara não compareceram. O evento acabou sendo realizado apenas com o presidente afastado do PSDB, senador Aécio Neves (MG), Antonio Imbassahy (BA) e Bruno Araújo (PE).

— Defendemos que o partido vote fechado na questão da Previdência. O PSDB tem compromisso com o país, tem compromisso com o fim dos privilégios – disse Aécio Neves.

Apesar da ausência Geraldo Alckmin, afirmou que é a favor da reforma, mas disse ser contra o fechamento de questão.

— Minha posição é favorável à reforma, mesmo que não seja a ideal, mas é a que temos hoje e é necessária ao país. Nossa posição é favorável, e a bancada já sabe disso. Fui deputado federal durante oito anos e nunca teve fechamento de questão. Em política, você convence. Política é convencimento. No que eu puder ajudar no convencimento, o farei – disse Alckmin, ao sair do encontro com parte da bancada de deputados federais tucanos.

PMDB fecha questão sobre a Previdência

PMDB, partido do presidente Michel Temer e dono da maior bancada da Câmara dos Deputados fechou questão sobre a Reforma da previdência. A expectativa é de que outras siglas da base aliada sigam o exemplo e também fechem questão a favor da matéria nos próximos dias. Sem prever punição para quem descumprir a decisão da legenda há a possibilidade de 10 a 15 deputados, dos 60 que compõem a bancada, desobedeçam a direção e votem contra.

Fernando Pimentel vira réu por corrupção

STJ recebeu por unanimidade a denúncia da PGR contra o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT). O governador está sendo acusado de corrupção passiva por ter supostamente recebido propina para favorecer a Odebrecht quando era ministro de Desenvolvimento da Indústria e Comércio Exterior. Os ministros do STF decidiram também pelo não afastamento do cargo.

Trump reconhece Jerusalém como capital de Israel

Surpreendendo a diplomacia mundial Donald Trump anunciou no início da semana que transferiria a embaixada americana para Jerusalém reconhecendo a cidade dispuada por palestinos e israelenses como capital de Israel. A expectativa é de que isso fosse um processo gradual, mas Trump defendeu a decisão em um pronunciamento onde disse que a mudança estava prevista em lei e havia sido repetidamente postergada aguardando o momento em que a paz fosse alcançada. Segundo o presidente americano não se pode alcançar novos resultados repetindo antigas decisões e por isso decidiu não mais renunciar ao que a lei americana determina: a mudança da embaixada e o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel. Assista o pronunciamento completo do presidente dos Estados Unidos.

Com informações do Estadão, O Globo e Globo News.

Loading Facebook Comments ...

Artigos relacionados

Série eleições 2018: horário eleitoral, propaganda e marketing


Neste artigo vamos tratar de como bem utilizar o horário eleitoral gratuito, mediante o uso do rádio e da TV, e como potencializar a propaganda e o marketing da campanha, iniciando com conceitos e dicas sobre o emprego dessas ferramentas na campanha eleitoral.   Os programas de rádio e TV podem se constituir em uma importante fonte de votos. Os candidatos devem aproveitar bem esses meios e utilizar linguagem adequada para cada veículo. É fundamental a presença de um profissional ou agência que oriente na forma e no conteúdo dos programas. Para os candidatos com dificuldades de comunicação, além da presença do profissional na produção dos programas, recomenda-se um rápido treinamento com técnicas que irão ajudá-los na gravação dos programas, entrevistas, debates, nas salas em público e em comícios.   No rádio, a linguagem deve ser coloquial e repetitiva. É importante tratar apenas de um assunto de cada vez e associar o tema à sua imagem. Um bom jingle ajuda o eleitor a lembrar-se do candidato, de seu número e de suas bandeiras de campanha. O candidato deve procurar transmitir confiança e esperança.   Na televisão, além do conteúdo de sua fala, que deve conter frases curtas e na ordem direta, o candidato deve preocupar-se também com os gestos, expressões faciais e aparência. É importante não fazer gestos bruscos nem ser agressivo. A indignação deve ser expressada com toda a emoção possível, preferencialmente acompanhada de gestos e entonação da voz.   No curso da campanha não basta produzir bem os programas do candidato, é preciso também acompanhar e gravar os programas dos adversários. Isso possibilita solicitação do direito de resposta sempre que o candidato for atingido, mesmo que de forma indireta, com afirmação caluniosa, difamatória, injuriosa ou inverídica.   Já o trabalho de Marketing, conceituado como um conjunto de técnicas […]

Ler mais

Série Eleições 2018: planejamento da campanha


O êxito de uma campanha eleitoral, qualquer que seja o porte do Estado, depende em boa parte de um bom planejamento. Planejar significa avaliar possibilidades, dimensionar os recursos e estabelecer metas.

Ler mais

Previdência complementar: prazo de migração acaba em julho de 2018


O servidor público que ingressou nos poderes Executivo e Legislativo Federal antes de 07 de maio de 2013, respectivamente, com ou sem direito à integralidade e paridade, tem até o dia 29 de julho de 2018 para decidir se deve ou não migrar para a previdência complementar, que é quando vence o prazo de adesão previsto no art. 92 da Lei 13.328/16. Muitas entidades sindicais já fizeram o dever de casa e produziram estudos – considerando o perfil dos servidores por elas representados – mostrando as vantagens e desvantagens ou os riscos e as oportunidade de eventual migração nesse período. Mas a maioria, por variadas razões, que vão desde questões ideológicas até omissão, ainda não prestou os devidos esclarecimentos aos servidores, para que estes decidam com segurança sobre a conveniência de migrar ou não para a previdência complementar. O servidor que tenha incertezas quanto ao alcance de uma nova reforma da previdência – já que não existe dúvidas que virão mudanças nas regras de concessão de aposentadoria nos regimes próprio e geral – e que não tomar a decisão dentro desse prazo legal, ficará permanentemente vinculado ao regime próprio e, portanto, sujeito às futuras mudanças previdenciárias, inclusive em relação ao tempo que contribuiu sobre a totalidade da remuneração. Um das motivações de quem já migrou foi o fato de que o tempo que contribuiu sobre a totalidade, segundo a lei em vigor, ficaria preservado e seria pago pela União, em forma de benefício especial e em valor proporcional ao tempo que contribuiu sobre a totalidade, constituindo-se em ato jurídico perfeito e, supostamente, protegido pelo direito adquirido. Esse benefício especial, no momento da aposentadoria, se somaria ao teto do regime geral – em valor de maio de 2018 fixado em R$ 5.645,80 – e ao que o servidor viesse a acumular […]

Ler mais

O mercado prefere Alckmin, mas ‘comprou’ Bolsonaro


Sondagem da XP Investimentos com 204 investidores institucionais mostra que o ex-capitão Jair Bolsonaro superou o ex-governador Geraldo Alckmin na corrida sucessória. Quem convive com os tubarões do mercado, como o InfoMoney, braço editorial da XP Investimentos, interpretou o resultado da seguinte forma: o arrivista boquirroto deixou de ser surpresa. http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/7462345/tubaroes-mercado-dao-favoritismo-bolsonaro-projetam-segundo-turno-contra-ciro “O mercado comprou Bolsonaro”, disse um desses observadores, acostumado à visão pragmática de quem só pensa em amealhar mais e mais moeda. Para essa turba – que não é ignara, senão dinheiro farto não teria -, não interessa quem é o dono da bola, desde que a deixe jogar. Preocupação máxima Para quem não leu a sondagem, eis a síntese. Bolsonaro saltou de 29%, em abril, para 48%, em junho, na expectativa de quem será o vencedor do pleito presidencial de outubro próximo. Geraldo Alckmin, o preferido dos tubarões, caiu de 48% para 31%. Atente-se que estes percentuais não tratam de preferência, mas de prognóstico. Igualmente relevante, a avaliação para o segundo turno. Nada menos do que 85% dos tubarões acreditam que o candidato do PSL estará no segundo turno. E “se você tivesse que ficar comprado em ativos brasileiros, quão preocupado com eleições você estaria”, quis saber a XP. 51% estão muito preocupados, 35% preocupados. A preocupação, depreende-se das tabelas divulgadas, é pela vitória eventual de Fernando Haddad e Ciro Gomes. Duas perguntas exprimem a preferência dos rentistas pelo ex-governador de São Paulo. “Para onde vai a bolsa nas próximas semanas/meses se _________ ganhar?” é uma delas. A outra apenas substitui “bolsa” por “câmbio”. Nos dois casos, o nome de Alckmin é o que remonta ao cenário pós-eleitoral mais otimista. Bolsa em alta, dólar em queda. Bolsonaro vem aí. Se vai ganhar, nem o oráculo mercado é capaz de prever. Relacionado

Ler mais