clipping-politica-brasileira

Padilha: PSDB não faz mais parte da base do governo

Imprimir

Ministro chefe da casa Civil, Eliseu Padilha disse em entrevista coletiva que o PSDB não faz mais parte da base de sustentação do governo. Sobre a manutenção de tucanos em ministérios, Padilha disse que é decisão do presidente Michel Temer antecipar ou não a reforma ministerial. Veja vídeo da Globo News.

Ainda sobre Temer, o ministro disse que o presidente não pretende ser candidato em 2018. No entanto, apontou que a missão do peemedebista seria colocar o “Brasil nos trilhos” e isso só estaria no começo o que pode indicar que Temer não estaria totalmente fechado à uma reeleição.

“Ele (Temer) diz que não tem nenhuma pretensão de disputar eleição, e sim em cumprir seu mandato para colocar o Brasil nos trilhos” — declarou o ministro.

Relator recebe denúncia contra Pimentel

Ministro do STF Herman Benjamin, relator do processo em que Fernando Pimentel (PT-MG) é acusado de corrupção passiva, recebeu a denúncia do Ministério Público, no entanto rejeitou o afastamento do governador mineiro pelos atos terem sido cometidos antes de seu mandato e por não haver indícios de nenhuma obstrução à investigação que justificaria o afastamento.

“Não estou afastando do cargo o denunciado já que entendo descabido. Em primeiro lugar, os fatos foram praticados antes do início do mandato atual do governador. E, em segundo lugar, não há nenhum ato do denunciado Fernando Pimentel que vise obstruir ou criar entrave à investigação criminal e, portanto, não vejo necessidade do afastamento do cargo”, afirmou benjamin.

O ministro Og Fernandes pediu vista e o julgamento foi suspenso temporariamente.

Rodrigo Janot reage à criticas sobre JBS

Após a veiculação do programa do PMDB, nesta terça, dizendo que Rodrigo Janot, teria usado provas falsas para apresentar uma denúncia contra Michel Temer no caso do áudio da JBS e das declarações do novo diretor da Polícia Federal, Fernando Segóvia, sobre uma mala de dinheiro não ser suficiente para se fazer a denúncia, o ex-procurador geral da República respondeu a questionamentos em uma palestra sobre a Lava jato em São Paulo. Disse que decidiu pelo acordo com Joesley para cessar os crimes e que não poderia fazê-lo sem aceitar a delação.

“Ou eu fazia cessar os crimes em curso praticados por altas autoridades da República ou eu fechava os olhos e deixava para lá”, afirmou, “pela nossa lei 12.850, as informações que me são passadas antes da colaboração, se são passadas em razão de se fazer uma colaboração, eu não posso utilizar. Então, não posso investigar com base nisso”, acrescentou.

Eduardo Cunha denunciado pelo MPF

Os ex-presidentes da Câmara dos Deputados Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) e Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o ex-operador do PMDB Lúcio Funaro foram denunciados pelo MPF-RN (Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte). A denúncia é resultado da operação Manus, desdobramento da Lava-Jato e foi possível apenas pela delação premiada de Funaro. O MPF pediu a condenação dos três e de mais seis envolvidos, devolução de valores e que fiquem impedidos de exercer cargos públicos pelo dobro do tempo de prisão ao qual forem condenados.

Com informações da Folha, O Globo, Estadão e Globo News.

Loading Facebook Comments ...

Artigos relacionados

Os três setores do sistema social no governo Bolsonaro


Com base nas propostas de campanha, no pensamento do presidente eleito, na visão de mundo e na trajetória das equipes (econômica, política e de infraestrutura militar), que darão rumo ao novo governo, bem como na grave crise fiscal em curso, é possível antecipar que o mercado será o mais beneficiado

Ler mais

Se for bem-sucedido, o STF pode ficar pequeno para Sergio Moro


Ao aceitar o cargo de ministro da Justiça do Governo Jair Bolsonaro, o juiz Sergio Moro dobrou a aposta no tabuleiro político brasileiro. Caso seja bem-sucedido, ele não se cacifa apenas para uma vaga no STF, mas pode almejar a Presidência da República.

Ler mais